24 de dez de 2010

Vientos Del Alma


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Via Lactea

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Se falam do conceito original, formulado por Jung (mas estuprado e distorcido por todos que quiseram dar um certo ar "científico" aos seus credos), o Arquétipo é quem cria os deuses. É como o buraco da forma de gelo. Não há, portanto, Arquétipo de Maria, nem de Pacha Mamma, nem de Ísis, nem de Lakshimi, nem da Deusa, nem da Imperatriz do tarot. Mas há um ARQUÉTIPO UNIVERSAL DA GRANDE MÃE, algo sem forma, sem mito, que está presente no inconsciente coletivo da humanidade, e que fará qualquer povo de qualquer lugar, mesmo se isolado numa ilha ou planeta, daqui há algum tempo arrumar alguma deusa ou figura similar para preencher o buraco psíquico deixado por este arquétipo.







A "encarnação" de um Arquétipo, seja em um deus, seja em uma carta de tarot, seja na parte do Todo que atribuimos a um signo zodiacal, a um personagem de uma saga de ficção, a um dos tipos do eneagrama, a um santo do catolicismo, não são mais ARQUÉTIPOS. São "mitos". No melhor do sentido da palavra, que não tem nem um pouco de ficcional (embora esteja presente na ficção).

http://farm1.static.flickr.com/32/101560468_df3d795a49.jpgNote também que Arquétipos são COLETIVOS. Necessariamente! A somatória de situações pessoais na lida, por exemplo, com o Arquétipo ou simbolismo do "Pai", do "Poder", são chamadas de Complexos.

Ou seja, PAI tem função simbólica que nos remete a regras, a herança, expectativa, falo, masculino, algum poder. Já o GRANDE PAI é um Arquétipo, algo que faz projetarmos um "pai" coletivo na figura de um grande Deus masculino que tudo vê, como é comum na religião ocidental (note que nao tem nada a ver com o Todo do Tao e de Bhraman). Cada pessoa pode ter uma relação diferente com essas idéias. Como, por exemplo, com o "PODER": Criado resistindo a uma ditadura militar em regime corrupto capitalista, numa noção de ética dos 70 e 80 que faria Delúbio, Valério e cia parecerem fichinha, minha geração certamente não reage ao conceito de "PODER" do mesmo modo que norte-americanos, que consideram a palavra positiva. Aqui, poderoso é pejorativo. Lá, vende mais o livro que usa "The Power Of..."

Isso são COMPLEXOS, ou seja, amontoados de experiências que permeiam nossos conceitos. Note que o termo não é negativo ou necessariamente patológico como no uso popular (complexado). Quando lidamos com o feminino, por exemplo, apenas em parte estamos lidando com a mulher ÚNICA de carne-osso-alma-sentimentos que temos à nossa frente. De certo modo, fazemos ela vestir o nosso complexo de feminino, de mãe, de Anima (este sim um arquétipo), de outros relacionamentos... E repetimos padrões sem perceber.

Mas não é certo dizer que estou projetando o meu Arquétipo de mãe, e muito menos o da Grande Mãe. Entretanto, a somatória coletiva de todos os Complexos, e dos conceitos inconscientes que o originaram, foram, aí sim, um grande Arquétipo inconsciente e coletivo universal. Ou, em efeito Tostines, por ele foi formado.

Aliás, vários termos hoje populares vêm da linguagem junguiana: Introvertido, Extrovertido, Complexos, Arquétipos, Inconsciente coletivo, Anima. Quase todos são usados de forma equivocada, não raro distorcidos para fins esquisotéricos e/ou comerciais. Pobre Jung, logo ele, tão acadêmico e preocupado com fundamentação... ;-)

INTROVERTIDO, por exemplo, na versão original de Jung. seria um "tipo psicológico" mais contemplativo, que percebe a realidade mais pela vivência interior, idéias e imaginação. Sendo ele mesmo um introvertido, dizia: "Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta!".

Caindo no uso popular, contudo, o termo "introvertido" parece hoje um pejorativo social, remetendo à timidez e inibição. Talvez uma sociedade neurótica e pragmática como a atual, ao privilegiar o consciente sobre o inconsciente e valorizar socialmente episódios maníacos, considere mesmo a "extroversão" o padrão "normal". No conceito original, entretanto, ela era apenas a característica de quem percebe a vida pelo exterior.

As SINCRONICIDADES e o inconsciente coletivo não tiveram melhor sorte: já foram usadas para dar "ar acadêmico" às mais questionáveis crendices, "terapias" e esquisoterismos. Certamente Jung estudo fenômenos que fogem à explicação do ego racional, entretanto seu conceito de sincronicidades apontava para coincidências significativas, reunidas por um substrato simbólico interpretável. Já o uso que muitos crédulos dão ao termo para justificar qualquer coincidência cotidiana ou procura delirante de padrões, como se o universo "ocorresse" para nós, e cada folha caída, relógio digital e placa de automóvel do trânsito estivessem ali apenas para nos dar mensagens, tem outro nome em psicologia: "delírio auto-referente", uma variação do de grandeza, e que terá mais chance de caracterizar "psicose" do que "individuação".

Voltando aos Arquétipos: Se deixarem de acreditar em um Deus, ele desaparece? Provavelmente sim. Mas o Arquétipo que o originou fará que sua função seja ocupada, em outra mitologia, por algum outro conceito substituto.

O filósofo espiritualista Alberto Cabral, fundador do CEFLE, costuma dizer que aqui na Terra há "reencarnações por arquétipos" (sic). O conceito é interessante, mas o uso do termo junguiano, não.

Na visão espiritualista dele, diferente do que o espiritismo prega, as pessoas não viriam reencarnar com seus parentes e situações de outrora, pois seria impossível em termos práticos, mas vestiriam encaranações similares, onde puderem ser encaixadas, para que vivam situações parecidas, as quais somadas fecham o cenário para que a pessoa encontre - ou supere - os complexos que precisaria, carmicamente, encontrar.

"Encaranação arquetípica" seria um erro conceitual, já que todos nós, querendo ou não, temos a presença de todos arquétipos da humanidade em nós. Quais mitos pessoais vamos viver, e como formaremos nossos complexos a partir dele, é uma outra questão. Ainda asism, a visão dele é um intermediário didático entre o espiritismo e a visão junguiana - que parece sugerir, em "Memórias, Sonhos e Reflexões", que vivenciamos e aperfeiçoamos, na consciência compactada, um pouco do Todo coletivo inconsciente e disperso.


O Arquétipo do Deus Grego Hades

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Hades, o profundo

Hades era o deus do mundo inferior, subterrâneo onde residiam os mortos e determinados imortais mitológicos. Embora Hades parecesse sinistro e frio, não era considerado satânico ou maldoso. Era sim, implacavelmente justo e irrevogável em seus decretos, mas nunca foi inimigo da humanidade e nunca fez mal a ninguém. Seu império é tecido de sombras, frio, trevas e de todas as sensações pertinentes à uma depressão profunda, onde a pessoa é incapaz de visualizar ou agüentar a luz solar da vida cotidiana. Depressões são as iniciações ao reino de Hades, que é compreendido e analisado tanto na psicologia como na tanatologia (estudo da morte).O domínio de Hades é o inconsciente individual ou coletivo, onde residem nossas memórias e sentimentos reprimidos, que não podem ser mantidos visíveis no mundo superior, assim como tudo que ansiamos em "vir a ser" e também tudo que já fomos.O espectro da morte nos leva a presença de Hades. Mas aqui não falamos da morte física, mas sim da morte como ruptura de um relacionamento, de nossas esperanças ou de propósitos.Entretanto, tudo de que precisamos para nos tornar inteiros, encontraremos neste "Vale das Sombras". As sombras do mundo inferior são como os arquétipos, ou seja, são formas que precisam de energia vital, potenciais virtuais que aguardam virem à luz.Hades é a força do inconsciente que só é valorizada quando se desce até lá. É ainda, considerado o arquétipo reprimido do Pai.(...)

Arquétipo da Reclusão

Reclusão é a palavra de ordem do deus Hades. Ele vivia recluso em seu próprio mundo com as sombras.O isolamento humano é uma fonte rica de criatividade que pode ser expressa por meio das artes, assim como pode nos levar de encontro à unidade. A reclusão de Hades, pode vir a ser a parte faltante em muitas pessoas que não sabem valorizar as oportunidades de serem introvertidas da maneira que este arquétipo possibilita.(...)

O homem Invisível

Hades se tornava um homem invisível quando se aventurava no mundo exterior se utilizando de seu capacete de invisibilidade.Hades é o arquétipo que preside a vida interior sem emoções e sem palavras. Quando ele é o arquétipo dominante, resulta a invisibilidade social, pois a maioria das pessoas não possui a capacidade de visualizar a sua riqueza interior e geralmente ficam desconfortáveis com sua presença.

No mundo das Sombras

"Hoje não estou legal!". Esta é uma das frases que caracterizam uma das pequenas descidas ao reino inferior de Hades tão costumeiras no nosso dia-a-dia. As pessoas deprimidas sentem-se distantes e separadas de tudo o que tem significado para elas e é bem comum que a percepção da vivacidade e da cor perca-se e o mundo se torne literalmente tomado de sombras. Este tipo de depressão pode estar associado a descida até o mundo interno de imagens e vozes, onde nos confrontamos com as nossas sombras.A psicologia junguiana nos esclarece que as sombras são todas aquelas partes de nós que são inaceitáveis ou dolorosas que podem ter sido soterradas ou reprimidas no nosso inconsciente pessoal.O mundo das sombras, entretanto, também inclui elementos positivos que não vieram à tona e continuam nas sombras. Este material corresponde aos tesouros enterrados no plano inferior, associado a Hades.(...)Assim como na mitologia, na vida existem pessoas que podem descer e regressar aos domínios de Hades, assim como permanecer o tempo que necessitarem. Este é o caso dos psicólogos que precisam ser arquetipicamente vinculados a Hades para realizarem estudos profundos sobre a alma.Só Hades é o arquétipo que torna possível ficarmos a vontade com o inconsciente.(...)

Baseando-se no panteão das divindades gregas, uma nova psicologia foi apresentada por Jean Shinoda Bolen (psiquiatra e analista junguiana) em seu livro Os Deuses e o Homem, que usou os conceitos de Carl Jung para estudar os oitos deuses gregos que corres-pondem a oito tipos de personalidade masculina. Nas próximas linhas, transcreveremos apenas os arquétipos de Hades:“Todo aquele que gosta de ficar sozinho, curte a privacidade e não se importa muito com o que se passa no mundo, leva a existência de Hades. O Hades ‘puro’ é solitário e vive em seu reino interior. O homem-Hades é introvertido e geralmente alheio às regras de etiqueta e frivolidades. Não está ‘nem aí’ com o que as outras pessoas pensam dele. No trabalho se afina com tarefas repetitivas que lhe permitam certa exclusão. No amor, quando se apaixona, vive experiências profundas com sua parceira e é somente ela que consegue arrancá-lo da toca.Todo homem-Hades tem predisposição para ser solitário e sentir-se inadequado em um mundo muito competitivo, ele se recolherá para dentro de sua concha interior e para uma vida de esterilidade emocional. No mundo de Zeus, ele enfrenta muitas dificuldades, pois se sente inferior, um estranho no ninho. Fora de seu reino, verifica que só é recompensado todo aquele que atinge o topo, que adquire status, que se expõe e que corre riscos. Essa cultura extrovertida dominante é estranha ao homem de Hades, porque lhe faltam a ambição e a comunicação. A menos que desenvolva outros arquétipos, ficará à margem da estrada e só se encaixará em trabalhos que não ofereçam desafios, pois sua vida real é ‘interior’.Um Hades comete todas as ‘gafes’ possíveis em reuniões sociais e diante de uma mulher. É natural, portanto, que muitas vezes seja rejeitado. A única experiência sexual do deus Hades foi com Perséfone que a raptou e a estuprou. A vida pode seguir o mito, mas o homem-Hades que se cuide, porque diferentemente de Zeus e Poseidon, ele tem menos credibilidade e poder e pode vir a ser denunciado e rotulado.O casamento para este homem é crucial, pois sem ele será solitário e excluído. É por meio da esposa e dos filhos que irá relacionar-se com a sociedade. Como pai é sombrio, mal-humorado, sem emoção e só espera de seus filhos organização e dever cumprido. Entretanto, pode compartilhar com as crianças o tesouro de sua vida interior.O maior problema que um homem-Hades cria para os outros sendo como ele é, é que vive em um mundo ‘a parte’, sem se dar chance de envolver-se emocionalmente com outras pessoas. O que se espera é que ele se comunique e nos conte o que acontece lá embaixo. Amar alguém como Hades é bem difícil, pois a qualquer momento pode tornar-se invisível e inabordável. O melhor modo de um Hades crescer é combiná-lo com um Hermes, pois era por intermédio deste último deus que as imagens e as sombras do mundo inferior eram entendidas e comunicadas aos outros.”

Moisés e o arquétipo Primordial


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Moisés - Michelangelo


Moisés foi um personagem bíblico do Velho Testamento, considerado um profeta israelita, fundador do Judaísmo. Teria sido o autor dos cinco primeiros livros da Bíblia, conhecidos como o Pentateuco. Para os judeus, Moisés é o primeiro legislador e um dos principais líderes da religião. Teria sido adotado pela filha do faraó não identificado pelo texto biblico, após ser encontrado numa cesta que percorria as águas do Nilo.

Existem controvérsias sobre a origem do nome. Para os judeus, o nome Mósis significa “o retirado das águas”. Porém, em Hebraico, Mosheh (suposta origem de Moisés) não possui esse significado, mas no máximo “o que tira para fora”. Ademais, é contraditório atribuir a uma princesa egípcia um nome derivado do Hebraico. Porém, hoje já se admite ser Moisés um nome derivado do egípcio, mais precisamente da palavra egípcia “Mose”, que significa apenas “criança”.

Essa narrativa bíblica do nascimento de Moisés é identificada por alguns historiadores como análoga a de outras personalidades da História, como a de Sargão de Agade, fundador da Babilônia, por volta de 2.800 AC. Sargão também teria sido abandonado num rio e foi encontrado por Akki, “o tirador da água”. Narrativas semelhantes podem ser encontradas em outras figuras heróicas como Ciro, Rômulo, Karna, Páris, Telefos, Perseu, Héracles, Gilgamesh, Anfion, Zetos e outros.

A história de Moisés foi alvo de várias interpretações, tanto de historiadores, quanto psicólogos e místicos. Freud, por exemplo, associa a cesta ao útero materno e a água ao símbolo do líquido aminiótico. Os ocultistas enxergam o útero e a água como uma extensão de arquétipos promordiais, mais notadamente o das águas e o do centro do mundo. As águas são vistas como o caos e a matéria-prima básica de onde tudo procede com a emergência de uma organização. Do caos nasceria a ordem. O útero é o centro do mundo de onde as águas primordiais emanam a matéria-prima essencial que comporá todas as coisas. São estruturas simbólicas e arquetípicas que merecem uma profunda reflexão.

A despeito de tudo, de acordo com a tradição judaico-cristã, Moisés recebeu educação egípcia e foi criado como príncipe. Segundo a Bíblia, após ter deixado o Egito, Moisés teria se encontrado com o Deus de Yavé. Quando Moisés perguntou qual seria o nome de Deus, este lhe proferiu a famosa frase “E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxodo 3:14. Muitos ocultistas defendem ser essa frase muito valorosa do ponto de vista espiritual.

“Eu sou o que Sou” a princípio pareceria uma redundância, mas o sentido da frase seria demonstrar que qualquer qualificação para o “ser” não pode ser qualquer coisa fora ou além do próprio “ser”. O “Ser é o Ser”, ou seja, não há nada no Ser que não seja o próprio Ser, ele é completo e se basta por si mesmo. Segundo os Ocultistas, essa frase aponta o caráter absoluto, completo e infinito de Deus. A divindade sem exterioridades e sem atributos. O Ser que nada mais é do que o próprio Ser.

Ninguém vai ao Pai, senão por Mim:


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Jesus - Yeshua - Yehoshua = Yod-Heh-Shin-Vav-Heh (YHSVH) / Shin - Espírito (Eu Sou)
YHVH = Eu sou o que sou


Referencias:  

Arquétipos, Mitos e Complexos - Quem criou Deus? - Lázaro Freire (http://www.voadores.com.br/site/geral.php?txt_funcao=colunas&view=4&id=220)

Fatos Ocultos sobre Moisés - Hugo Lapa (http://hugolapa.wordpress.com/2009/02/20/fatos-ocultos-sobre-moises/)

Hades - (goldendragonlake.blogspot.com) 


  

3 comentários:

  1. Não sei se entendi direito. Mas será que é possível fazer uma correlação com Arquétipo = A Cadeira e Mito = Esta Cadeira. O primeiro é o universal, o segundo o indivíduo?
    Tem um video de uma aula do Ulpiano que fala sobre isso:
    http://vimeo.com/23291759

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  2. Pegando este exemplo da cadeira, não sei se poderiamos fazer uma correspondência... vejamos:
    A CADEIRA seria algo mais abstrato, mas com a qualidade daquilo que definimos como ESTA CADEIRA, então no mínimo A CADEIRA teria que ter todas as qualidades/correspomdência de todas as cadeiras individuais concebidas. Por outro lado, só sabemos que aquilo que dá a forma e que podemos chamar ESTA CADEIRA é justamente a idéia (MATRIZ/ARQUETIPO) CADEIRA que não está em nenhum lugar e ao mesmo tempo está em todas as cadeiras/ESTA CADEIRA. O que diferencia uma cadeira da outra é justamente os atributos que damos a ela (cores, altura, largura, material, bela, feia, etc...) mas poderiamos dizer tb que todas as cadeiras são A CADEIRA já que elas contém o arquétipo/princípio em si. Já os mitos seriam um tipo de ponte entre A CADEIRA e ESTA CADEIRA.

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    Respostas
    1. Tenho que ver o poder do mito de novo pra refletir sobre isso. Mas valeu pela resposta =)!

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