31 de dez. de 2010

Mascaras da Eternidade

Campbell proporciona visões interessantes sobre os conceitos de Deus, religião e eternidade, como foram revelados nos ensinamentos cristãos e nas crenças budistas, dos índios Navajo, Schopenhauer, Jung e outros.

Masks of Eternity - Parte 01 from Magister Templi on Vimeo.

       

29 de dez. de 2010

Respeitabilidade

http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:6WqdyQ0_uRbBiM:http://blog.causaoufatalidade.com/wp-content/uploads/2010/08/j_krishnamurti.jpg&t=1"Respeitabilidade implica reconhecimento por parte da sociedade; e a sociedade só reconhece o que teve êxito, o que se tornou importante, famoso, e despreza o resto... Vocês são respeitáveis quando são considerados (…) pela maioria (…) E o que a maioria das pessoas respeita (…)? Respeitam as coisas que elas mesmas desejam e que projetaram como meta ou ideal; (…)
 

Um dos empecilhos ao viver criador é o medo, e a respeitabilidade constitui manifestação desse medo. Os indivíduos respeitáveis, moralmente agrilhoados, não conhecem o integral e verdadeiro significado da vida. (...)


A respeitabilidade é um flagelo, um mal que corrói a mente e o coração. Insinua-se furtivamente; destrói o amor. .... Os homens respeitáveis são sempre a nata da sociedade, e, como tais, causadores de conflitos e sofrimentos. (…)
Estão sempre na defensiva, cheios de medo e de suspeitas. O medo habita-lhes os corações, e por isso a indignação é sua virtude. A virtude e a piedade são suas defesas. (…)


Os homens respeitáveis nunca podem estar abertos para a Realidade, (…).
 

A felicidade lhes é negada porque evitam a Verdade. ... A humildade é a essência da virtude e é impossível cultivá-la. O padrão moral de respeitabilidade de qualquer sociedade é mero ajustamento aos valores estabelecidos pelo meio ambiente sócio-econômico e religioso. Mas, essa moralidade do eterno ajustamento não é virtude. O conformismo e a tradicional busca de segurança individual, que fazem parte desta moral estabelecida, negam a virtude.


A ordem não é um estado contínuo; ela tem de ser diariamente mantida, como o quarto que precisa ser arrumado todos os dias. É preciso restabelecer a ordem a cada novo dia , de momento a momento.A ordem não é um fim em si; sempre que é vista como tal, desemboca no beco sem saída da respeitabilidade, que significa decadência e deterioração.


Pode-se aprender de tudo e de todos, e no ato de aprender está a própria essência da humildade. No aprendizado não existe a hierarquia."

Jiddu Krishnamurti

(trechos de várias obras)

 

 

          

24 de dez. de 2010

Vientos Del Alma


http://rakelpossi.com/archivos/image/3_Imperatriz_Golden_Tarot.jpghttp://www.padrejuarez.com.br/nossasenhora/nossasenhora-tilulos-aparecida_arquivos/image001.gif
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpiiWrfh7DZjzhX2Oehp5tUz5F-zhHplP3fG5JeZvOYGK4kl-yKkPEMrH8UxBmv4RBmmhjDSF7xbCq4mKH0s5bzdoubo9azVJ5zH9l1v5MS2HzQ0TCGphrF4akX6o-U1icTY7Lmfazp5ib/s400/viaLactea.jpg
Via Lactea

http://www.mandalas.com/mandala/htdocs/images/Lrg_image_Pages/hindu/KALI8.jpg

Se falam do conceito original, formulado por Jung (mas estuprado e distorcido por todos que quiseram dar um certo ar "científico" aos seus credos), o Arquétipo é quem cria os deuses. É como o buraco da forma de gelo. Não há, portanto, Arquétipo de Maria, nem de Pacha Mamma, nem de Ísis, nem de Lakshimi, nem da Deusa, nem da Imperatriz do tarot. Mas há um ARQUÉTIPO UNIVERSAL DA GRANDE MÃE, algo sem forma, sem mito, que está presente no inconsciente coletivo da humanidade, e que fará qualquer povo de qualquer lugar, mesmo se isolado numa ilha ou planeta, daqui há algum tempo arrumar alguma deusa ou figura similar para preencher o buraco psíquico deixado por este arquétipo.


19 de dez. de 2010

Jung e o ocultismo na mídia

Palestra bem legal do Acid do blog Saindo da Matrix para o Primeiro Seminário de Hermetismo:




Link: Saindo da Matix
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